sábado, 19 de janeiro de 2013

Acervo de livros é armazenado em lotes

Aspecto dos livros jogados no chão, demostrando a precária situação e o descaso público feito pela gestão anterior
Apesar de está temporariamente com as portas fechadas, devido às obras que estão sendo realizadas em sua estrutura física para melhor acomodar seus usuários, a direção da Biblioteca Pública de Santana buscou uma imediata alternativa para a preservação e conservação de seu acervo. 

Após providenciarem dezenas de caixas (grande e médio porte), funcionários da instituição efetuaram um intenso processo de encaixotamento numérico de todo o acervo da biblioteca, como forma de garantir as condições materiais existentes, e zelar pelo seu futuro acesso. “Quando assumi a Biblioteca de Santana no último dia 1º de janeiro, encontrei uma situação mais do que lamentável, com dezenas de livros deteriorados e danificados, tudo por que poderiam ter sido salvos se alguém tivesse tido ao menos a idéia de armazená-los em um local adequado. Essa foi uma das primeiras providências que pude logo tomar quando cheguei por aqui”, contou o diretor da Biblioteca Emanoel Jordânio. 

16/01/2013 - Efetuado um detalhado processo de encaixotamento do nosso acervo bibliotecário, garantindo boas condições do material para os futuros usuários.
De acordo com o gestor bibliotecário, o processo de armazenamento do acervo consiste em catalogar os livros em caixas (denominadas de “Lotes”), registrando posteriormente a quantidade existente dentro de cada lote. No período de 08 a 12 de janeiro último, foram encaixotados 69 lotes, contendo mais de 5.900 livros existentes no acervo santanense. “O número totalizado é expressivo, mas também negativo, pois, sabemos que o acervo da biblioteca de Santana era de mais de 8 mil volumes quando foi inaugurada em fevereiro de 2000. Descobrimos que muitos livros foram liberados indevidamente para pessoas que freqüentavam esporadicamente a biblioteca e não trouxeram de volta esses livros, isso sem falar na quantidade exorbitante de livros qu e separamos por estarem com mais de 50% de danos físicos, sem qualquer condição de uso”, explicou o diretor.

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